11 abril, 2013

Greve à vista...

Professor da PJF faz nova ameaça de greve


Os professores da rede municipal ameaçam cruzar os braços na próxima semana. Durante assembleia do Sindicato dos Professores (Sinpro-JF), realizada ontem à tarde, o coordenador-geral da entidade, Roberto Cupolillo (Betão-PT), afirmou que o objetivo do movimento é pressionar o Executivo para acelerar as definições sobre a campanha salarial. Na última terça-feira, membros do sindicato se encontraram com os secretários de Educação, Weverton Vilas Boas, e de Administração e Recursos Humanos, Alexandre Jabour, mas não houve avanços. "Caso o quadro permaneça, a greve será inevitável", afirmou Betão.
Além do indicativo de greve, a categoria manteve a redução de cinco minutos em cada módulo/aula das escolas da rede municipal. Também foi definido que, entre os dias 23 e 25 de abril, o Sinpro seguirá o movimento nacional e paralisará suas atividades. A próxima rodada de negociação entre a PJF e a entidade está marcada para quarta-feira, dia 17, com a presença do Secretário da Fazenda, Fúlvio Albertoni, às 16h, na sede da Prefeitura. Na quinta-feira, será realizada outra assembleia, e, caso as negociações não avancem, os docentes prometem deflagrar greve.
Na pauta de reivindicações estão elencados 19 tópicos. O mais polêmico deles se refere à adoção imediata do item da Lei do Piso que obriga a destinação de um terço da jornada para atividades extraclasse. A categoria também pleiteia reajuste salarial de 14,64%. Ontem, segundo o sindicato, 91,5% dos docentes paralisaram as atividades. Já a Secretaria de Educação indicou paralisação de 79% do quadro. A assessoria da Prefeitura ainda informou que foram realizadas 12 reuniões com o Sinpro e que a negociação continua até que todos os pontos de debate sejam sanados.


Fonte: Tribuna de Minas, 11/04/2013

09 janeiro, 2013

Dica quente!

Essa é para meus colegas professores. Através de um artigo na Ciência Hoje, fiquei sabendo do site da NASA que disponibiliza conteúdos educacionais em diversas áreas de ciências. Fui conferir e gostei bastante do material encontrado por lá. Só tem um porém, é preciso saber inglês. O endereço é http://nasawavelength.org. Fica a dica!

22 maio, 2012

Grupo britânico indica São Paulo como uma das melhores cidades para se estudar


O tráfego é intenso, a poluição é perceptível e o custo de vida é alto. Mesmo assim, São Paulo integra uma lista inédita das melhores cidades universitárias do mundo.
O ranking foi elaborado pelo QS, grupo britânico responsável por uma das principais classificações anuais de universidades do mundo, a Top Universities.
A capital paulista apareceu em 45º lugar, antes de Toulouse, na França (46º), e Glasgow, no Reino Unido (50º).
No topo predominam capitais da Europa, dos EUA, da Austrália e do Canadá.
Para chegar à classificação, o QS considerou doze indicadores divididos em cinco categorias.
Os primeiros critérios são quantidade total de estudantes, qualidade de vida, empregabilidade local e acessibilidade (o que inclui os valores de taxas cobradas pelas instituições da cidade).
A quinta categoria levada em conta é a qualidade das universidades da cidade.
Essa informação veio do último ranking do QS, que analisa 700 universidades, seis delas em São Paulo.
Duas instituições com campus em São Paulo aparecem entre as 500 melhores do mundo: a USP (169° lugar) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo, que está entre as posições 401 e 450).
"São Paulo tem problemas como tráfego intenso e criminalidade. Mas a 'qualidade de vida' foi apenas um dos critérios analisados", explica Simona Bizzozero, do QS.
Para o reitor da USP, João Grandino Rodas, o peso da instituição colocou São Paulo entre as 50 cidades universitárias do mundo.
"Caso São Paulo não possuísse uma universidade como a USP, não estaria entre as 50 melhores cidades."
A USP, além de ser a primeira brasileira a aparecer em rankings mundiais, como o do QS e o do THE (Times Higher Education), lidera listas latinas de ensino superior.
Na opinião do matemático Renato Pedrosa, coordenador associado do Centro de Estudos Avançados da Unicamp, o ranking é interessante, mas muito determinado pelas condições de empregabilidade e pela concentração de instituições qualificadas.
"Uma cidade com apenas uma instituição de peso e pouca população nunca vai entrar na listagem."
A quantidade de estudantes estrangeiros nas principais instituições também foi levada em conta. A presença deles reflete o interesse externo pelas universidades locais e aumenta o impacto da produção científica --que geralmente acaba sendo feita em parceria com o país de origem do estudante.
Em São Paulo, 1% dos universitários vêm de outros países. Em Paris, primeira colocada da lista, a média é 17%. Em Londres, 33%.

Fonte: Folha de São Paulo, 22/05

19 maio, 2012

Nasa conta 4.700 asteroides potencialmente perigosos para a Terra


Há 4.700 asteroides potencialmente perigosos para a Terra, segundo dados da sonda Wise que analisa o Cosmos com luz infravermelha, informou nesta quarta-feira (16) a Nasa (agência espacial americana).
A agência afirmou que as observações da Wise (em inglês, Wide-field Infrared Survey Explorer) permitiram a melhor avaliação da população dos asteroides potencialmente perigosos de nosso Sistema Solar. Leia mais...