26 maio, 2009

Fim da greve de professores da rede municipal de JF

Depois de inúmeras reuniões com a Prefeitura e sem conseguir reposição de perdas inflacionárias, os professores da rede municipal votaram, ontem, em assembleia, pelo encerramento do movimento grevista que já durava 26 dias. Por conta da necessidade da discussão de reposição das aulas, as atividades nas escolas serão retomadas somente amanhã. Parte dos professores atribuiu o insucesso nas negociações ao fato de outros sindicatos terem acatado a proposta inicial da administração. O coordenador do Sindicato dos Professores (Sinpro), Flávio Bitarello, fez um discurso duro e prometeu uma campanha à parte para a categoria no próximo ano. "Desde o início vamos negociar sozinhos." Já o vereador e sindicalista Roberto Cupolillo (Betão, PT) preferiu chamar atenção para os benefícios conquistados. "Como aconteceu em outros anos, muitos acham pouco, mas depois percebem que não era tão ruim." Segundo ele, o "pulo do gato" será a incorporação de 5% referentes às reuniões pedagógicas até o final de 2010. "Sei que será no ano que vem, mas é um percentual próximo da inflação deste ano."

Além da incorporação, a proposta aceita pelos professores prevê reajuste de 8% para 10% na remuneração pelas reuniões pedagógicas, aumento de R$ 130 na Ajuda de Custo para Valorização do Magistério (ACVM) - de R$ 450 para R$ 580 - e abano anual de R$ 200. Segundo o secretário de Administração, Vitor Valverde, os benefícios apresentados refletem a atual capacidade financeira da Prefeitura. "Gostaríamos de ter avançado mais, mas é preciso ter responsabilidade." Ele manteve o compromisso de pagar os salários em dia e o 13º salário em parcela única. Para o próximo ano, o secretário disse esperar um diálogo ainda melhor e que a sociedade não seja lesada da forma como foi. "Há um dano para os alunos e vamos fazer o máximo para amenizá-lo." Hoje, os professores fazem uma nova assembleia para avaliar o calendário de reposição. A proposta inicial é de que as férias de julho não sejam comprometidas. Para isso, devem ser ampliados os horários de aula em mais meia hora, com atividades também aos sábados.

Fonte: Tribuna de Minas, 26/05/09

24 maio, 2009

A concepção de ciência de Ruth de Aquino



Quando vi a tirinha, me lembrei na mesma hora do famoso texto que saiu na revista Época. Acho que a colunista espera por esse tipo de notícia...
Não entendeu? Clique aqui.

22 maio, 2009

O impacto da educação

Mais cedo do que as estimativas iniciais, os índices de desemprego no país começam a apresentar sinais de estabilidade, mas a realidade do mercado de trabalho formal ainda se mostra muito distante do necessário para atenuar particularmente a falta de oportunidades para jovens. Por isso, é importante o alerta revelado agora por pesquisa divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) de que, quanto mais anos de estudo tiver o candidato a uma vaga, menores serão suas chances de ter que se contentar com um subemprego, como é comum nessa faixa etária. Ao mesmo tempo, quanto maior for o nível de escolaridade, melhores serão também as oportunidades de ganhos, o que reforça a importância do conhecimento nos bons e maus momentos da economia brasileira.

Encomendado pelo Instituto Votorantim, de São Paulo, para embasar um projeto avalizado pelo programa Todos pela Educação, a pesquisa revela basicamente que cada ano de aprendizado acrescentado no currículo permite um salto médio de 15,07% no salário. No caso de um trabalhador sem qualquer grau de instrução, um ano de estudo é suficiente para garantir um incremento de 6% nos ganhos. Os resultados reforçam a importância de os pais insistirem na educação continuada de seus filhos, permitindo que possam se dar melhor na vida pessoal e profissional. Ao mesmo tempo, evidenciam a necessidade de o poder público se mostrar eficiente em suas políticas de ensino, garantindo não apenas alternativas para crianças e jovens em idade escolar, mas também um aprendizado de qualidade.

Falta de oportunidade para jovens e mão de obra pouco instruída no mercado formal de trabalho são problemas recorrentes no país. A expansão gradual da atividade econômica registrada nos últimos anos, porém, ajudou a atenuar a situação, que tornou a se agravar em consequência da crise internacional. Desde o último trimestre do ano passado, o fator escolaridade tem ajudado a evitar que mais jovens acabem migrando para a economia informal. Ao mesmo tempo, a expansão do subemprego, pressionada em grande parte por quem tem pouca formação escolar, acaba contribuindo para mascarar os níveis reais de desocupação, prejudicando as estatísticas. O resultado é um problema explosivo que o país precisará combater criando as condições necessárias para uma rápida recuperação da atividade econômica.

Como explica o coordenador do Centro de Políticas Sociais da FGV e responsável pela pesquisa divulgada agora, Marcelo Neri, o Brasil é um dos países do mundo que apresentam o maior retorno da educação. Os brasileiros precisam se convencer da importância do aprendizado, particularmente entre crianças e jovens, num mercado de trabalho sacudido pela crise, que tende a se tornar ainda mais competitivo quando a recuperação econômica se confirmar como tendência.

Fonte: Jornal Zero Hora, 22 de maio de 2009.

17 maio, 2009

Brasil tem 22 casos suspeitos de gripe suína

Em nota divulgada no começo da tarde deste domingo (17/05), o Ministério da Saúde afirmou que existem hoje no país 22 casos suspeitos de contaminação pelo vírus Influenza A (H1N1) no país.
Os casos suspeitos estão nos estados de Minas Gerais (7), São Paulo (6), Distrito Federal (2), Alagoas (1), Amapá (1), Paraná (1), Pernambuco (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (1) e Rondônia (1).
Além dos 22 casos suspeitos, outros 18 estão em monitoramento e 264 foram descartados.
Até o momento, 8 casos foram confirmados; sendo que um deles, um paciente do Rio de Janeiro, recebeu alta hospitalar na última sexta-feira.

13 maio, 2009

TDAH - Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

A revista Isto é publicou recentemente uma matéria sobre o Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O distúrbio, que possui fundo neurológico, provoca desatenção, inquietude e impulsividade.
Na prática docente, ouvimos quase diariamente esse "diagnóstico" em relação aos nossos alunos. Antigamente, esse tipo de aluno era visto como indisciplinado, bagunceiro e mal educado. Mas como em qualquer transtorno, a criança ou jovem não tem culpa de ser portador. Aí é que vem a grande questão: como diferenciar os alunos realmente afetados por esse desajuste neurológico daqueles que são de fato indisciplinados?
Tenho a impressão de que o TDAH virou desculpa para tudo hoje em dia. A reportagem da revista Isto é aponta que cerca de 3 a 5% das crianças são afetadas pela TDAH. Então, como justificar que 90% dos casos de indisciplina escolar estejam sendo apontados como decorrentes dessa alteração? Acho que está ocorrendo um certo exagero na ênfase desse distúrbio, o que tem acarretado problemas de tolerância exagerada por parte das escolas. Tudo que a criança faz hoje em dia é desculpado, porque, "coitadinha", ela tem "problema".
Existe ainda um outro problema sério nessa questão, que é a capacitação dos docentes para lidar com crianças realmente portadoras do distúrbio. Essa moda da inclusão até que faz um certo sentido, mas com professores incapacitados para receber esses alunos, a criança acaba é sendo excluída. Eu confesso que não tenho preparo suficiente para lidar com esse tipo de aluno e acho que muitos colegas também não têm.
Geralmente, essa hiperatividade causada pela TDAH reflete em notas baixas no boletim e em muitas visitas à sala da diretoria por causa de indisciplina. O aluno acaba sendo obrigado a trocar várias vezes de escola, o que só piora sua situação. Então, que 'raio' de inclusão é essa? Será que não seria melhor, em vez de condenar a criança como bagunceira ou o professor de incompetente, que o governo realmente investisse em inclusão? Por exemplo, diminuindo o tamanho das turmas; contratando tutores, como citado na reportagem, para dar suporte ao aluno que realmente necessite; contratando psicopedagogos/psicólogos qualificados para acompanhar a vida escolar desses alunos; qualificando os professores através de cursos (gratuitos, claro, pois com o salário de professor não dá pra bancar!). Creio que essas medidas talvez contribuam até mais do que a medicação que hoje é administrada às crianças, que chegam 'dopadas' em sala de aula. E seria muito útil também que as coordenações pedagógicas parassem de usar a TDAH como desculpa para todo e qualquer problema com os alunos, diferenciando quem realmente precisa de apoio.

12 maio, 2009

JF inicia cerco contra gripe suína com distribuição de panfletos

Cerca de 20 mil panfletos com informações sobre a influenza A, conhecida como gripe suína, chegaram ontem a Juiz de Fora e começam a ser distribuídos hoje em pontos estratégicos, como o Aeroporto da Serrinha, o Terminal Rodoviário Miguel Mansur, hospitais e empresas de turismo. A medida é parte do Plano de Enfrentamento da Gripe Suína em Minas Gerais, que também prevê a abertura de seis leitos para vítimas da moléstia no Hospital João Penido, no Bairro Grama, na Zona Nordeste. No entanto, a ativação do isolamento na unidade, que inclui a instalação de filtros especiais de ar, só deve acontecer se houver confirmação de casos autóctones da influenza A na macrorregião de Juiz de Fora. Por enquanto, o Hospital das Clínicas da UFMG, em Belo Horizonte, continua sendo a referência para a moléstia em todo o estado. O Hospital Eduardo de Menezes, também na capital mineira, já começa a ser equipado para receber pacientes infectados pelo vírus A H1N1, cuja propagação ocorre pelo ar.

Embora Juiz de Fora não tenha conexões rodoviárias ou aéreas internacionais, o monitoramento da gripe suína no município é considerado estratégico devido à proximidade com o Rio de Janeiro e Belo Horizonte, onde o fluxo de passageiros entre países é intenso. Somente na semana passada, conforme a Secretaria de Saúde, sete casos foram monitorados pelos serviços de Vigilância Sanitária Estadual e Municipal. “São pessoas que chegaram de países onde há registro da gripe suína, mas, em seis deles, não havia nenhumsintoma. Apenas uma criança, de 5 anos, com quadro de febre, chegou a ser submetida a exame, cujo resultado foi negativo", informa o subsecretário de Vigilância em Saúde, Ivander Mattos Vieira. Os casos não chegaram a ser suspeitas oficiais e foram descartados, não sendo contabilizados pelo Ministério da Saúde.

Ivander conta que as suspeitas foram referentes a um casal, vindo de Cancun, no México; um rapaz que esteve em uma plataforma de petróleo, também no México; uma senhora que passou por vários países europeus; além de uma família - pai, mãe e a criança, que chegou de Miami. “Todos são residentes em Juiz de Fora e procuraram seus médicos particulares ou os serviços de vigilância sanitária, no intuito de informar sua situação. O monitoramento foi realizado sem necessidade de internação hospitalar”, conta Ivander. O superintendente de Atenção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Marco Antônio Bragança de Matos, informa que a Secretaria de Saúde de Juiz de Fora será acionada hoje para indicar um médico e um enfermeiro do SUS para curso de capacitação em gripe suína, a ser realizado em Belo Horizonte.

- Suspeitas de contágio devem ser notificadas pelo Disque Epidemiologia: 0800-283-2255 ou na Vigilância Sanitária de JF: 3690-7472 ou 3690-7509.

Fonte: Tribuna de Minas, 12/05/09

11 maio, 2009

Cota não garante inclusão de aluno deficiente

Reportagem publicada hoje na Folha de São Paulo mostra que, enquanto o Congresso debate a aprovação de cotas de 10% das vagas em universidades públicas para deficientes, a realidade das que já adotam esse sistema mostra que a inclusão dessa população no Ensino Superior é mais complexa do que o simples estabelecimento de um percentual em lei. Segundo o Mapa das Ações Afirmativas do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), há 19 instituições públicas de ensino superior com algum tipo de ação afirmativa beneficiando deficientes. Em todas, o percentual de deficientes beneficiados foi sempre inferior a 1% do total das vagas ou matrículas. Em 2007, o Censo Escolar do MEC (Ministério da Educação) identificou apenas 16 mil deficientes no Ensino Médio, de um total de 8 milhões de estudantes, nesse nível de ensino. Leia mais...

A área de trabalho do seu pc.


Achei a tirinha genial! Pra variar, www.phdcomics.com

08 maio, 2009

Editorial da Nature desta semana

Durante a semana, a sala de professores da escola onde trabalho foi palco de vários questionamentos sobre a gripe suína. Em uma dessas discussões comentei sobre o editorial que saiu ontem na Nature; pois bem, alguns colegas de área disseram que gostariam de ler o texto, mas não entendiam o inglês. Sendo assim, prometi que ia colocar a tradução aqui no blog pra que eles pudessem ler.

Entre um vírus e uma difícil decisão
A complacência, aliada à ausência de uma reação adequada, é o maior perigo imposto pela pandemia de gripe. Esta é a mensagem que deveria guiar toda a comunidade acadêmica.

Condenado por agir, condenado por não agir. O surgimento de uma nova cepa de Influenza (H1N1) relacionada à gripe suína e transmitida a seres humanos na América do Norte, com casos esporádicos em outras partes do mundo; levou o Centro Americano de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) a uma posição nada invejável.
Há mais de uma semana, as duas agências têm sido assediadas diariamente pelos meios de comunicação para manter o mundo informado sobre o rápido desenvolvimento da situação. Existe uma forte razão para isso: o surgimento de um novo vírus da gripe, para o qual os humanos não apresentam imunidade, e que pode ser transmitido de pessoa para pessoa. Isso aconteceu somente três vezes no século passado. As pandemias de 1957 e 1968, apesar de brandas, ainda sim mataram muita gente, e a de 1918 - que também parecia branda em suas fases iniciais - matou, no mínimo, 70 milhões de pessoas em todo o mundo. Como publicado na Nature, a OMS já aumentou o risco de pandemia do nível 3 para o 5, sendo que a elevação para o último nível de 6 - que caracteriza uma pandemia global - parece só uma questão de tempo.
Mesmo em um estágio inicial, as consequências da pandemia são tão incertas, que a divulgação dos riscos torna-se um assunto complicado. O vírus Influenza evolui rapidamente, tornando muito difícil prever como esta cepa se desenvolverá nos próximos meses. Se as agências alertarem a população e a pandemia se dispersar, elas serão acusadas de exagerar o risco, causando um pânico desnecessário. De fato, os meios de comunicação já começaram a recuar, já que a maioria dos casos tem se desenvolvido de forma mais branda. Mas se as agências diminuírem o nível de risco e o mundo for pego de surpresa por uma catástrofe nas proporções da pandemia de 1918, as condenações virão tão rápidas quanto pronunciar "Furacão Katrina".
Para manterem sua credibilidade, a OMS e o CDC têm evitado dar declarações tranquilizadoras, porém falsas, como já aconteceu muitas vezes em crises passadas. Peter Sandman, um consultor de comunicação de riscos de Princeton, habilmente coloca que: "Qualquer um que preste atenção consegue perceber que nós não sabemos se esta coisa está se dissipando; se ficará latente por uns meses, desaparecendo e reaparecendo logo depois; se vai se espalhar com sintomas mais leves; se vai reproduzir ou superar a catástrofe de 1918 ou qualquer outra coisa. A reiteração da incerteza e a insistência no que isso significa - por exemplo, as notícias podem mudar; as estratégias locais podem diferir; as inconsistências podem tornar-se comuns - tem sido quase surpreendentemente boas."
Outro fato animador é que agora a maioria dos governos têm, no mínimo, algum tipo de plano pandêmico em desenvolvimento, graças ao susto do vírus da gripe aviária (H5N1), no começo desta década. Há cinco anos atrás poucos países tinham algum tipo de plano de contenção. Mas muitos desses planos contém um elemento importante, que tem sido conspicuamente ignorado nos atuais pronunciamentos de governos e autoridades de saúde pública: durante uma pandemia severa, existe muito pouco que eles possam fazer. A maioria das respostas dependerá da ação das próprias comunidades locais.
Os cientistas podem ajudar, servindo como vozes confiáveis para informar as suas comunidades sobre os riscos e incertezas, indicando às pessoas os recursos dos planos de ação disponíveis nos sites do CDC e da OMS, no site PandemicFlu.gov e muitos outros. Até o momento, o risco não é exagerar o nível da escala de pandemia, mas sim subestimá-lo. Nós sabemos que um tsunami está por vir. Niguém pode dizer se ele será com uma onda gigante ou como um monstro, mas é bom começar a pensar no mínimo em estar pronto para buscar terrenos mais altos.

Nature, vol.459, nº7243, 7 May 2009

04 maio, 2009

O retorno do fantasma - coluna de Jerry Borges, para a CH on line

Em sua coluna - Por dentro das células - publicada na CH on line de 01/05, Jerry Borges traz à tona a discussão sobre a evolução dos vírus e sua relação com as temidas pandemias, inclusive a famosa gripe suína, que recentemente tem causado pânico em várias partes do mundo. O texto aponta a explosão demográfica mundial como um dos fatores facilitadores da disseminação dos vírus, além da grande mobilidade que existe hoje entre todas as partes do mundo.
Gostei muito do texto, inclusive por sua perspectiva histórica, que pode dar uma noção ao leitor de como as pandemias se repetem ao longo da história da humanidade. Aliás, a tendência é que elas se tornem cada vez mais frequentes, em virtude do aumento populacional e da destruição de habitats naturais, resultando em uma migração de animais que funcionam como reservatórios naturais dos vírus; sem contar os animais domésticos que também servem como hospedeiros, como é o caso do porco.
Vale destacar que em situações como a que vivemos hoje, de uma pandemia iminente, o pânico nunca é uma boa opção. Claro que a situação exige cautela, mas nada de exageros, como os que tenho assistido pela TV: gente gastando um absurdo de dinheiro para estocar remédios de gripe em casa, matança de porcos, abstenção do consumo de carne de porco. Nessas horas, vale, e muito, é informação!
Leia o artigo aqui.

03 maio, 2009

Quase 90% das escolas públicas têm nota abaixo da média nacional no Enem 2008

Reportagem da Agência Brasil destaca que, das 26 mil escolas que foram avaliadas pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), 74% obtiveram nota abaixo da média nacional - que foi de 50,52 pontos. Na rede pública, o índice de estabelecimentos com resultado inferior à média chega a 89%. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta quarta-feira os resultados por estabelecimento de ensino em 2008. Mais uma vez, foram as particulares que conquistaram os melhores resultados no exame. Das 20 melhores escolas, 15 são particulares e a maioria se concentra na Região Sudeste. Outras 6 mil escolas ficaram sem conceito porque tiveram número insuficiente de alunos participantes. As notas obtidas pelas instituições que participaram do exame podem ser conferidas aqui.